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5.11.17

E por falar...



Um amor pode tocá-lo, transformá-lo e propagar-se de diferentes maneiras; pode virar filhos, frases, crônicas, poemas, músicas, filmes, livros, canecas, imãs, camisetas, lenços, moleskines, cartazes, prints, blog, tatuagem e até uma exposição de arte.

Afinal, algo tão raro e original não deve acabar apenas por uma decisão matemática de que se um mais um não é igual a dois, o resultado então tem que ser igual a zero. Um amor é mais do que uma questão pessoal, é uma dádiva universal. Faz bem ao mundo.

Um amor quando surge em alguém, independente das somas inexatas da vida, deve expandir, ao invés de encolher; deve continuar sua jornada de iluminar brumas; deve ser uma inspiração para fazermos os dias melhores, para voltarmos a ter contato com uma realidade mais amena e mais relevante. 

Ao invés de ser vítima de interrupções forçadas de sentimentos por incorrespondências ou vidas desconexas, um amor deve seguir adiante e completar seu ciclo até alcançar outro.

Encontrar um amor é sempre um presente. A despeito de acertos e desacertos, não devemos sufocá-lo; ele deve continuar respirando, escolhendo para onde ir, livre...

Um amor nunca morre, apenas muda de mãos.


2017

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